[Artigo] Quanto ganha um Perito Forense Computacional?

perito_01No artigo de hoje abordaremos uma pergunta cada vez mais frequente principalmente entre aqueles que estão ingressando em áreas ligadas à segurança da informação.

Prometo que vou responder antes do final desse texto, mas, antes, que tal conhecer mais um pouco sobre quem é como trabalha um perito forense computacional (ou Perito em Computação Forense, como têm-se convencionado chamar)?

Pois bem, esta é uma das áreas de especialização para quem busca trabalhar com segurança da informação. Comentamos em outro artigo aqui no blog sobre o Hacker Ético (Ethical Hacker) tentando focar principalmente na necessidade da formação ética de quem, em seu trabalho, manuseia os dados de outras pessoas. Para trabalhar com perícia em informática é necessário, antes de mais nada, ser um Hacker Ético.

A Computação Forense é uma das áreas da Perícia Forense cuja definição está bem clara no Manual de Patologia Forense do Colégio de Patologistas Americanos (uma publicação de 1990 mas que, na minha opinião, possui a melhor definição para o tema). Nele Perícia Forense está assim definida: “A aplicação de princípios das ciências físicas ao direito na busca da verdade em questões cíveis, criminais e de comportamento social para que não se cometam injustiças contra qualquer membro da sociedade”

perito_03Perícia Forense é, portanto, o uso do conhecimento científico específico de uma determinada área para auxiliar na busca da verdade, ou seja, não adianta dar poder ao judiciário para julgar algo que não conhece… isso pode resultar em injustiças (condenação de inocentes ou absolvição de culpados) pela falta de competência técnica para analisar questões específicas. Daí a necessidade dos PERITOS! Alguém com conhecimento técnico suficiente para auxiliar na investigação de casos em sua área do conhecimento.

E assim, podemos concluir que Computação Forense é o uso do conhecimento técnico específico em computação para dar respostas sobre casos onde sistemas computacionais foram utilizados resultando em questões cíveis, criminais e de comportamento social (desde uma simples desobediência de políticas de utilização de equipamentos a crimes utilizando computadores e/ou a rede).

O Perito em Computação Forense, naturalmente, é o responsável por essas tarefas e, dependendo do tipo de questão, também existem tipos específicos de perícias e de peritos.

Os Peritos Oficiais são aqueles que atuam em questões criminais e são, em sua maioria, funcionários públicos concursados (prestam concurso específico para a função). Nesta categoria estão os Peritos Criminais Federais (responsáveis, naturalmente, pelas perícias em crimes na esfera federal) e os Peritos Criminais Estaduais (auxiliam na resolução de todos os demais crimes).

Falo que são funcionários públicos concursados em sua maioria porque,, em função da inexistência de peritos especializados em determinadas áreas em algumas cidades do país, o juiz pode fazer uso do artifício da nomeação de peritos para suprir essa necessidade. Mas essa realidade (ausência de peritos) felizmente tem mudado, principalmente na área de informática, em função do aumento da demanda e da necessidade frequente desse tipo de perícia. Estamos longe de termos peritos de todas as especialidades à disposição do estado para o auxílio na investigação de crimes, mas a situação já foi bem pior (que não seja um pretexto pra dizermos que está tudo bem) 🙂

Bom, já que chegamos à definição dos peritos oficiais, vamos começar a responder a pergunta (título do artigo): Quanto ganha um Perito Forense Computacional?

No último concurso para Perito Criminal Federal (em Computação e em várias outras áreas), realizado em 2013, o Edital informava o valor do salário bruto deste profissional como sendo R$ 14.037,11, o mesmo salário de um delegado da Polícia Federal. Mas a realidade dos peritos estaduais não é, em geral, a mesma. Apesar de, no Distrito Federal, os peritos criminais estaduais terem o mesmo salário que seus colegas peritos federais, nas demais unidades da federação esse valor varia bastante… sendo, em alguns casos próximo a 20% desse valor. Mesmo em São Paulo, onde os profissionais da área de informática são, geralmente, melhor remunerados, o salário indicado no último concurso (2013) era de R$ 7.516,00, enquanto em Mato Grosso do Sul o salário dos peritos criminais era (segundo a lei 3.672 de 15/05/2009) de R$ 3.100,00.

perito_04Mas não é só na perícia criminal que há espaço para trabalhar com Computação Forense. Na verdade, muitos tem criado um mito de que o perito criminal federal seria o profissional mais bem remunerado nessa área e não têm observado o imenso potencial de mercado (e, naturalmente, de ótimas remunerações) na Perícia Ad-Hoc.

Os peritos ad-hoc (peritos assistentes) podem atuar tanto suprindo as carências das perícias criminais onde não há peritos da área como em todos os demais casos onde não existem peritos oficiais, como em causas cíveis e/ou quaisquer situações onde exista a necessidade da análisee laudo (ou parecer técnico) por parte de um especialista em computação.

Seja através de nomeações feitas por juízes ou junto a escritórios de advocacia especializadas em questões envolvendo sistemas computacionais (área conhecida como “Direito Digital”) os peritos ad-hoc, embora não tenham a estabilidade dos peritos oficiais, podem ter ganhos bem superiores aos maiores salários de seus colegas concursados, dependendo dos tipos de perícias em que atuam e, naturalmente, do quanto estão dispostos a pagar aqueles que contratam seus serviços.

Ok, explicada a definição de Perito Ad-Hoc, voltemos à pergunta do título do artigo: QUANTO ganha um Perito Ad-Hoc? A resposta é… depende… Calma!!! Vou explicar (e espero que fique satisfeito com a resposta). Se você já trabalha na área de informática sabe que, principalmente no Brasil, mesmo em áreas tradicionais como desenvolvimento de softwares e análise de redes ou sistemas os valores variam bastante de região para região dependendo de vários fatores mas, os principais, são: demanda regional, reconhecimento da profissão e… valorização do próprio profissional.

Por favor não confunda um Perito em Computação Forense com um garoto auto-didata que descobriu como tirar vírus do computador e recuperar arquivos usando um software que veio em um CD em uma revista de “Hacker”… Seria o mesmo que equiparar – e isso acontece com frequência em nosso país – um analista de sistemas e/ou de redes (com graduação e especialização) com alguém que aprendeu a executar scripts baixados da Internet.

Desde 1984, o Código de Processo Civil foi alterado (Lei 7.270/84) e a partir de então é exigido de perito, pelo menos, nível superior e “comprovação de especialidade na matéria”. Embora isso não seja suficiente (o texto é muito subjetivo) essa obrigatoriedade tem sido cada vez mais interpretada como a necessidade de cursos de pós-graduação na área e/ou certificações profissionais específicas, investimento que, naturalmente, valorizam a profissão e aumentam também os salários desse profissional.

Salvo em situações onde juízes ou regimentos internos de tribunais determinam valores fixos para cada perícia (e nesses casos temos visto disparidades absurdas) a maioria dos Peritos Ad-Hoc recebem por HORA DE TRABALHO.

É um custo, por vezes, estimado, uma vez que na grande maioria dos casos é necessário informar previamente um orçamento do serviço pericial e esse orçamento não pode/deve ser alterado posteriormente em função do aumento de complexidade após o início da atividade pericial.

O valor da hora de trabalho deve ser estipulado de acordo com o tipo de perícia, sua complexidade, necessidades de hardwares e softwares específicos (inclusive licenças), PERICULOSIDADE, pressa do cliente, necessidades de contratação de outros peritos para análises específicas de determinados softwares e/ou tipos de dados, deslocamentos e, claro, quantidade de dados a serem coletados, extraídos, recuperados, analisados e apresentados no laudo e/ou relatório técnico.

Difícil calcular, não é? Mas para não frustrar quem leu o artigo até aqui, vou apresentar valores médios cobrados no Brasil. Em casos de baixa ou média complexidade, sem a necessidade de aquisição de licenças ou outros custos adicionais o valor médio de perícias ad-hoc no Brasil tem variado entre R$ 100,00 e R$ 150,00 (profissionais liberais) ou até R$ 250,00 (empresas especializadas).

Então, só pra exemplificar… dando uma estimativa, em um cenário hipotético, a quem quer ingressar na área… Supondo que você já é formado na área e tem, pelo menos, uma especialização (ou ainda uma certificação como a EC-Council CHFI ou equivalente) um valor justo para cobrar por uma perícia em um equipamento com disco rígido de 500GB onde o cliente necessita que sejam extraídos arquivos de texto e imagens e recuperados arquivos recentemente apagados com informações de propriedade e tempo (timestamp), considerando um tempo médio de coleta de 7 horas (50 segundos para cada Gbps, utilizando duplicadores baseados em USB 2.0 com bloqueadores de escrita) + 20 horas (média) para extração e análise + 3 horas para elaboração do relatório teríamos então, nesse cenário padrão, o custo total deste trabalho pericial de 30 horas x R$ 150,00 = R$ 4.500,00.

Deu pra ter uma ideia? Faça suas contas, então, utilizando cenários de maior complexidade (maior valor de hora de trabalho e tempo de perícia) e constatará que é um mercado promissor, não é mesmo?

Agora é com você… qualifique-se, monte uma boa estratégia de divulgação, crie gradativamente seu portfólio, encontre o seu espaço e não esqueça… MANTENHA SEMPRE A ÉTICA e procure sempre atualizar-se conceitualmente e, claro, tecnicamente para estar preparado para os desafios diários da Computação Forense.

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53 comments for “[Artigo] Quanto ganha um Perito Forense Computacional?

  1. Leonardo Bastos
    10/02/2015 at 07:06

    Prezado Sr. Ricardo Kléber excelente matéria. Parabéns.
    Ficou uma pequena dúvida. Quanto a equipamentos (hardware) para coleta das informações, sua aquisição tem valor alto?

    • Ricardo Kléber
      10/02/2015 at 09:51

      Ótima pergunta, Leonardo.
      Tanto hardware como software existe uma grande variedade para todos os bolsos.
      A questão do aquisição de hardware especializado tem que ser planejada com cuidado.
      Tudo deve ser feito em função do VOLUME e do TIPO de perícia no dia-a-dia.
      Por exemplo… ainda utilizo cabos USB com adaptadores para fazer duplicações em minhas perícias.
      Um conjunto desses custa menos de 100 reais, mas… termino perdendo no quesito TEMPO !!!
      Duplicadores periciais específicos para coleta forense conseguem velocidades 6x… 8x maiores!!!
      Esses equipamentos variam (de acordo com fornecedor/qualidade/velocidade de R$ 250,00 a R$ 5.000,00.
      Pelo volume de perícias que faço, já estou considerando razoável comprar um destes, mas, não aconselho a quem faz 1 ou 2 perícias por mês que compre um equipamento desses… provavelmente não valerá o investimento.
      Uma área que tem aumentado bastante a demanda é a de perícias em dispositivos móveis.
      Nesse caso, os softwares livres disponíveis deixam a desejar (pelo menos por enquanto) e quem tem atuado nesta área deve desembolsar pelo menos R$ 1.500,00 com software e se não quiser comprar vários cabos adaptadores e se desejar diminuir o trabalho manual comprar hardware específico (com todos os adaptadores) desembolsando pelo menos R$ 2.000,00 (existem modelos e fabricantes bem mais caros).
      A sugestão pra quem está começando é investir em CAPACITAÇÃO, usar SOFTWARE LIVRE e adquirir hardwares mais modestos até capitalizar o negócio e ir adquirindo soluções de hardware e software que agilizem o seu trabalho.
      []’s
      RK

      • Leonardo Bastos
        10/02/2015 at 12:26

        Prezado Ricardo Kléber fico agradecido pelo esclarecimento.
        Meu caso se encaixa no último parágrafo, investir em capacitação, tenho muito que aprender e um ponto qual julgo ser importante é o fato de gostar muito da área e isso me ajuda no aprendizado.
        Mais uma vez obrigado pelo esclarecimento e parabéns pela iniciativa.

  2. Paulo
    12/02/2015 at 09:24

    Show o artigo Ricardo, mas aqui em Natal ainda é difícil cursos na área para qualificação né verdade? Sem contar que ainda é muito caro esses cursos e treinamentos.

    • Ricardo Kléber
      12/02/2015 at 09:57

      Paulo,
      Já existem cursos de especialização em, pelo menos, 3 faculdades de Natal.
      A oferta de cursos de extensão é que ainda é escassa.
      Temos tentado suprir essa carência oferecendo artigos e vídeos de qualidade no Blog e no Canal Youtube.
      Estamos conversando junto ao UNI-RN a abertura de uma nova pós-graduação em segurança da informação e oferta de cursos de extensão PRESENCIAIS na área de segurança. Talvez ainda nesse primeiro semestre de 2015.1.
      Novidades informaremos aqui no Blog.

  3. 12/02/2015 at 10:40

    Ricardo, parabéns pelo artigo muito bom. Tenho interesse nestes cursos de Extensão, depois da especialização não dá pra parar neh?! rsrsr. Parabéns também pela palestra na Campus Party 2015, assisti pelo link disponibilizado no segurançaderedes.org

    • Ricardo Kléber
      12/02/2015 at 15:27

      Olá Valkiria,
      Obrigado pelo feedback 🙂
      Infelizmente a filmagem/gravação da palestra na #CPBR8 ficou muito ruim.
      Vou ter que gravar tudo em estúdio antes de disponibilizar no canal Youtube do Blog.
      Mas a participação no evento foi bem expressiva e o assunto bastante discutido.
      Sobre os cursos de extensão, apresentarei o projeto ao UNI-RN logo após o Carnaval e, se tudo der certo, deveremos apresentar um calendário/cronograma de cursos de curta duração (presenciais e semi-presenciais) ainda nesse primeiro semestre (2015.1).
      Divulgaremos tudo com detalhes, assim que o projeto for aprovado, aqui no Blog.
      Bom Carnaval \o/

  4. Kádson
    26/02/2015 at 00:10

    Olá, Ricardo! Excelente artigo. Poderia me dizer quais são as faculdades em Natal/Rn que têm especialização? Você também é de Natal/Rn? Se sim, como é o mercado por aqui? Vejo um grande “buraco” na parte de Segurança da Informação aqui, no Rio Grande do Norte, por isso a pergunta. Além do mais, caso eu faça um concurso para ser Perito Forense Computacional da PF, eu teria, por exemplo, chances de trabalhar aqui, em Natal mesmo? Obrigado!

    • Ricardo Kléber
      26/02/2015 at 23:34

      Kádson,
      As duas especializações mais tradicionais são a do UNI-RN (com a 9a turma iniciando no próximo mês) que, apesar de ser em Especialização em Redes de Computadores, tem 3 módulos específicos de segurança. A outra, mais específica, é a Especialização em Forense Computacional da UnP sob a coordenação do prof. Jorge Figueiredo. Apesar de ser mais recente (acho que vai para a 3a turma) tem o foco em segurança e perícia. Recomendo as duas (depende do interesse específico ou generalista).
      Sobre o Concurso da PF além de bastante disputado e do conteúdo muito abrangente e atualizado, ainda tem fases eliminatórias (para os aprovados na primeira fase) com provas físicas bem exigentes. Passando dessas fases o aprovado passa por um curso de preparação (6 meses) em Brasília antes de ser nomeado para uma região do país (de acordo com as vagas e classificação).
      Não existe a menor chance de vir direto pra Natal. Há um remanejamento interno frequente onde os peritos vão pontuando em função do tempo de serviço e região em que estão e se candidatando para mudarem para outras regiões… mas… quem entra geralmente tem poucas opções, geralmente em regiões de fronteira. Daí tem que pontuar para tentar remoção interna.

  5. 16/03/2015 at 15:29

    Duplicadores forense tem um preço bem maior do que o sugerido pelo nosso amigo. O Tableaut éo mais barato, mas está em torno de 300 dólares.
    O Solo (utilizado pela polícia federal, polícia civil e institutos de perícia) está em torno de 7000 dólares mais a taxa de importação.
    O Falcon (o melhor, na mina humilde opinião) está 15.000,00 DÓLARES mais taxa de importação.

    • Ricardo Kléber
      16/03/2015 at 16:56

      Obrigado pelo complemento (com os valores dos duplicadores mais utilizados) Djames.
      Ajudará aos que desejam trabalhar na área a decidir quando (e quanto) irão investir para utilizar esses periféricos que, apesar de economizar tempo, em função do preço só vale a pena se realmente a atividade já estiver dando retorno.
      Abraço.

  6. Vaine Luiz Barreira
    29/04/2015 at 17:51

    Olá Ricardo, boa tarde.

    Por favor, poderia indicar (um ou mais) conjunto de software/hardware (cabos-adaptadores) para análise de dispositivos móveis? Qual seria esse na faixa de R$ 2.000,00 que você mencionou? Abraços, obrigado e parabéns pelo trabalho!

    • Ricardo Kléber
      01/05/2015 at 18:08

      Olá Vaine,
      Os preços variam bastante (e alguns fabricantes/representantes não divulgam publicamente os valores de suas soluções só informando os preços sob consulta). Vou listar os que (na minha opinião) são os melhores (mas não necessariamente os mais baratos):
      – UFED (Cellebrite) [http://www.cellebrite.com/Mobile-Forensics]
      Acho as soluções deles as melhores (pra quem pode pagar) com opções para coleta em campo e para laboratório e softwares de análise específicos.
      – DS7 (Paraben) [https://www.paraben.com/mobile-forensics.html]
      – Oxygen Forensic Kit (Oxygen) [http://www.oxygen-forensic.com/en/products/oxygen-forensic-kit]
      – Mobiledit Forensic (Mobiledit) [http://www.mobiledit.com/forensic]
      – FPA (Forensic Pathways) [http://www.forensic-pathways.com/products-and-services/mobile-phone-forensics]
      – .XRY (MSAB) [https://www.msab.com/products/xry/]
      – CellDEK (Logicube) [http://www.logicube.com/knowledge/celldek-tek]

  7. Luis
    06/06/2015 at 20:07

    Olá, ótimo trabalho, tenho apenas um curso técnico em informática, mas penso na graduação em ciências da computação quando terminar o ensino médio, sou bem curioso, e já pesquisei sobre as mais variadas áreas, programação, engenharia reversa, redes, etc. Oque me levou a algumas escolas de treinamento. Minha dúvida é a seguinte: Tenho um bom currículo com inglês, curso técnico, estagio em uma grande e importante empresa,

    • Luis
      06/06/2015 at 20:14

      E eu queria saber se fazendo uma formação, investindo por exemplo uns 10mil e conseguindo a Ceh e a Chfi, e cursando a faculdade é possível conseguir emprego nesse área? Adoro tecnologia e essa área é de extrema importância e junto com programação é uma das mais interessantes também. Obrigado, acabei de conhecer o site e você fez um ótimo trabalho.

      • Ricardo Kléber
        09/06/2015 at 09:26

        Luis,
        Formação é o caminho. O mercado precisa de peritos bem formados.
        Seja se submetendo a concursos para atuar como perito oficial, ou para trabalhar ad-hoc junto com advogados especialistas ou diretamente atuando junto a fóruns e/ou tribunais ou ainda oferecendo o serviço publicamente, é necessário estar preparado.
        Abraço e sucesso 🙂

  8. Célio Luna
    05/07/2015 at 22:09

    Ricardo, como tem passado?
    Onde comprar os materiais para montar um laboratório humilde, quais materiais iniciais e a medida que o tempo for passando, quais outros devo adquirir?
    Já trabalho com informática há mais de 20 anos e tenho um pequeno conhecimento sobre esta área que me chamou muito atenção, não só pelo mercado de trabalho mas pelo prazer de trabalhar.
    Aguardo pelo seu retorno!

    • Ricardo Kléber
      08/07/2015 at 17:50

      Olá Célio,
      Para montar um laboratório sem gastar (muito) tem que improvisar mesmo. Montar seu kit comprando cabos em lojas de informática (ou importando da china em lojas como a DealExtreme) e usar softwares livres (até ter recursos para comprar softwares específicos para facilitar suas atividades na área).
      No mais, sempre procuro dar dicas em artigos e comentários aqui no blog e, caso interesse, temos o Curso OnLine de Computação Forense que, dentre os módulos, trato especificamente do Laboratório de Computação Forense.
      Abraço e obrigado pelo contato.

  9. Leonardo
    21/07/2015 at 17:58

    Olá Ricardo, ótimo artigo. Como faço para entrar em contato com você?

  10. San Diogo
    07/08/2015 at 14:24

    Olá Ricardo, tudo joia? Sou formado em CeT, e depois de fazer o Ciências sem Fronteiras, fiquei apaixonado pela área de forense digital. Mas tenho duas perguntas a fazer, e adoraria que você pudesse compartilhar um pouco da sua experiencia comigo:

    Primeiro, qualificação. Em Natal existe algum lugar que ofereça formação nessa área (seja pós, mestrado, doutorado ou até cursos)? Se não, alguma sugestão onde poderia encontrar este conhecimento além de ser autodidata?

    E segundo, empregabilidade. Com exceção de concursos, existem empresas interessadas nesse tipo de profissional aqui no RN? Imagino que no sudeste exista esse tipo de serviço e empregos, mas não sei como fica o Nordeste e o RN nesse cenário.

    Grato desde já, e tenha um bom dia!

    • Ricardo Kléber
      09/08/2015 at 10:45

      Olá Diogo,

      Em Natal, o prof. Jorge Figueiredo (colega com bastante experiência na área de Computação Forense) coordena uma pós-graduação (especialização) na Universidade Potiguar. É um curso com ementa bem legal e com foco específico nessa área.

      Cursos isolados, em Natal, no momento não conheço nenhum. Recomendo dar uma olhadinha em nosso Curso OnLine de Computação Forense:
      http://segurancaderedes.com.br/curso-online-de-computacao-forense/

      Sobre empregabilidade, além dos concursos para peritos oficiais, não é uma função que tem como empregadores empresas… Os peritos AD-HOC trabalham geralmente associados a escritórios de advocacia especializados na área e/ou diretamente junto aos fóruns e tribunais com casos na área.

      Abraço,

      RK

  11. Rafael
    15/11/2015 at 10:15

    Olá, Sr. Ricardo Kléber.

    Resolvi enviar as perguntas aqui para outros usuários possam ver e caso eles também tenham as mesmas dúvidas:

    01. Qual é o investimento inicial para o recém-formado na área de Computação Forense? O recém-formado irá prestar os serviços para o setor privado e público.

    02. Qual é o percentual de aumento no valor da hora técnica em cada certificação obtida pelo o Perito? Por exemplo, CEH, CHFI e CISSP.

    03. Qual é o valor minimo da hora técnica? É verdade, que o valor tem origem no IBAPE?

    04. Qual é a média de pericia ao mês?

    05. Qual é a perícia que tem mais serviço?

    06. Qual é o valor de uma auditoria de sistemas? Por exemplo, auditoria de redes ou segurança da informação.

    07. Quais são as características para um perito se tornar um dos melhores em sua área? Formação de excelência?

    08. Um perito que tenha várias certificações (CEH, CHFI, CISSP), um laboratório forense completo e seja formado em uma excelente universidade (Harvard ou MIT). Pode cobrar a hora técnica acima do valor que o senhor mencionou? Por exemplo, hora técnica de R$ 1 mil reais.

    09. Um perito pode errar no laudo pericial ou apenas acontece na área da perícia médica?

    10. Caso, um perito desejar adquirir todos os equipamentos de Computação Forense. Qual será o custo de todos os equipamentos? Isso mesmo, montar um laboratório forense completo. 🙂

    11. O valor da hora técnica tem origem do conselho de formação do perito? Por exemplo, Engenharia de Computação é o CREA.

    Cordialmente,

    Rafael .’.

    • Ricardo Kléber
      31/01/2016 at 12:34

      Rafael,

      São perguntas muito genéricas para uma área com particularidades diferentes, por isso as respostas não são conclusivas.

      01. Qual é o investimento inicial para o recém-formado na área de Computação Forense? O recém-formado irá prestar os serviços para o setor privado e público.

      Não temos como mensurar isso. Varia de acordo com as demandas/particularidades locais, poder aquisitivo e pretensões do perito.
      Para atuar no setor público (perito criminal) tem que passar por concurso (ou ser nomeado em casos específicos).
      O perito ad-hoc atua no setor privado (e eventualmente contestando laudos emitidos por peritos oficiais em casos criminais).

      02. Qual é o percentual de aumento no valor da hora técnica em cada certificação obtida pelo o Perito? Por exemplo, CEH, CHFI e CISSP.

      Não temos como mensurar isso. O valor da hora de trabalho varia de acordo com a região e know-how do perito.

      03. Qual é o valor minimo da hora técnica? É verdade, que o valor tem origem no IBAPE?

      Não temos como mensurar isso. O valor da hora de trabalho varia de acordo com a região e know-how do perito.

      04. Qual é a média de pericia ao mês?

      Não temos como mensurar isso. Isso varia de acordo com a região e know-how do perito.

      05. Qual é a perícia que tem mais serviço?

      Não temos como mensurar isso. Isso varia de acordo com a região e know-how do perito.

      06. Qual é o valor de uma auditoria de sistemas? Por exemplo, auditoria de redes ou segurança da informação.

      Isso varia de acordo com a região e know-how das empresas prestadoras desse tipo de serviço.

      07. Quais são as características para um perito se tornar um dos melhores em sua área? Formação de excelência?

      Formação (graduação) na área, pós-graduação específica na área em que deseja atuar, cursos específicos em técnicas/ferramentas que precisa utilizar, certificações reconhecidas pelo mercado e um bom marketing/networking para divulgar o seu trabalho.

      08. Um perito que tenha várias certificações (CEH, CHFI, CISSP), um laboratório forense completo e seja formado em uma excelente universidade (Harvard ou MIT). Pode cobrar a hora técnica acima do valor que o senhor mencionou? Por exemplo, hora técnica de R$ 1 mil reais.

      O mercado é quem dita os limites. O trabalho de um bom profissional custa mais caro e à medida em que isso é reconhecido pelo mercado e as demandas aumentam, naturalmente o valor do trabalho tende a aumentar.

      09. Um perito pode errar no laudo pericial ou apenas acontece na área da perícia médica?

      O perito erra como todo ser humano. A busca por ferramentas, metodologias e padrões tem como objetivo minimizar esses erros.

      10. Caso, um perito desejar adquirir todos os equipamentos de Computação Forense. Qual será o custo de todos os equipamentos? Isso mesmo, montar um laboratório forense completo. 🙂

      Não temos como mensurar isso. São muitas especificidades e existem equipamentos para todos os gostos e bolsos.

      11. O valor da hora técnica tem origem do conselho de formação do perito? Por exemplo, Engenharia de Computação é o CREA.

      Não há conselho na área de Computação (muito menos na de Computação Forense).

      Abração.

  12. Gerson
    17/11/2015 at 17:37

    Estou gostando de aprender sobre Segurança computacional, DEUS te Abençoe.

  13. Fabio Aurelio
    06/12/2015 at 11:37

    Olá Ricardo,

    Muito bom seu artigo, parabéns!
    Gostaria de saber onde encontro equipamentos forense para duplicidades de hardware(mesmo com problema, exemplo: HD, SSD, celulares etc).
    Se tem algum especifico para sugerir..

    Muito obrigado

  14. RITA DE CASSIA DE AZEVEDO CARABAJAL
    22/12/2015 at 20:59

    Boa noite, Ricardo.
    Gostaria de saber, se existe uma área específica de formação acadêmica, para se tornar perito forense da computação. Sou acadêmica Bacharel em Fisioterapia, e muito me interesso pela área. Minha especialização/pós-graduação/latus senso será em Fisioterapia Forense. Mas, amo essa vertente da investigação criminal, e muito assisto filmes direcionados e bem focados nesta área.
    Antecipadamente, agradeço sua atenção.

    • Ricardo Kléber
      23/12/2015 at 22:39

      Olá Rita,
      A formação mínima/básica é a graduação em computação (Engenharia, Ciência da Computação ou Tecnologia) e depois é aconselhável buscar uma pós específica e/ou estudar para tirar uma certificação na área.

  15. Maria Matias
    28/12/2015 at 14:47

    Olá Ricardo Parabéns pelo artigo!! Sobre os equipamentos utilizados para realizar as perícias. Pra quem ainda esta começando na área e quer saber mais como realizar as perícias seria uma boa opção adquirir os equipamentos mesmo que pra estudar em casa, como conhecer como funciona?

    Obrigada.

  16. Rubem
    10/01/2016 at 22:19

    GOSTARIA DE SABER SE QUEM TEM O CURSO SUPERIOR EM desenvolvimento de sistemas PRECISA FAZER O QUE PARA SE TORNAR UM Perito Forense?

    • Ricardo Kléber
      11/01/2016 at 07:47

      Rubem,
      No momento, a única condição para atuar como perito é ter formação superior na área (e conhecimento específico, condição muito subjetiva). Assim, legalmente tendo o curso de TDS estaria habilitado para ser designado para atuar como perito. Porém, é importante ter um diferencial (demonstrar formação específica) fazendo cursos complementares (extensão e/ou pós-graduação) e buscando as certificações na área.

  17. Éderson
    19/02/2016 at 15:12

    Excelente texto, sr. Ricardo! Obrigado por compartilhar parte do seu conhecimento conosco. Esta é uma área que me desperta interesse.

    Fiquei com uma dúvida: quando você estava falando sobre o valor da hora de trabalho, você escreveu, em caixa alta, PERICULOSIDADE. Quais são os perigos envolvidos nessa área?

    • Ricardo Kléber
      22/02/2016 at 14:32

      Olá Ederson,
      Crimes Cibernéticos, mesmo que em “ambiente virtual” são CRIMES e, assim, por trás deles tem pessoas das mais diversas índoles.
      Em casos nos quais os resultados da perícia podem resultar em condenação/absolvição de suspeitos existem riscos relativamente altos de ações de intimidação e até atentados contra a integridade dos peritos envolvidos.
      Nesses casos, quando o perito aceita participar (muitos declinam diante do risco) incrementam o valor da hora de trabalho em função da periculosidade envolvida.

  18. Emília Schwartz
    07/06/2016 at 01:43

    Um excepcional texto… Gostei muito sobre o assunto discorrido Florence Digital… Mas minha pergunta é sobre formação… comecei a graduação de Tecnólogo em Análise e desenvolvedor de Sistemas, focando na Polícia Federal ou Militar, porém acabo de descobrir com o Edital de Março 2016da Polícia Militar para perito criminal, o Edital exige formação em graduação nas áreas afins, e a faculdade que faço esta incluída no edital, mas não nfala em detalhes que é exigido bacharel ou tecnólogo somente graduação, e le em certos fóruns que a Polícia so deixa assumir o cargo com oa formação de bacharel, o que me deixou essa dúvida? Ricardo o. Que vc sabe a respeito o que é preciso apos passar por todo o processo do. Concurso pra assumir o cargo? O. Fato da formação me auto desclassifica?? Sou de Brasília, o que vc sabe dos profissionais que atuam aqui, recebem o que esta no edital, ou é so mais uma promessa???

    • Ricardo Kléber
      13/06/2016 at 13:45

      Olá Emília,

      O requisito (padrão) legal para atuar como perito é graduação na área. A restrição de ser bacharel ainda é mantida em alguns editais, mas, cursos de tecnologia têm sido aceitos em vários concursos. Porém, quem diz se pode ou não é cada edital, não tenho como saber no seu caso específico como vai ser (é preciso verificar junto ao órgão para o qual quer prestar concurso).

      Também os requisitos e as etapas pós-concurso (cursos de aperfeiçoamento, testes físicos, etc…) variam de acordo com cada órgão. Não há norma genérica para isso.

      Sobre remuneração, se consta no edital o valor dos vencimentos é esse o valor base que deverá receber (além dos adicionais previstos em lei).

  19. cristiano talon
    25/06/2016 at 15:27

    ola…muito legal o curso de computação forense…interessante…

  20. Mandy
    09/07/2016 at 12:34

    Olá Ricardo, adorei o texto, sou advogada e o direito digital sempre foi o meu encanto, penso em fazer nova graduação, uma vez que meus conhecimentos em informática são superficiais, qual curso de graduação você indicaria?
    Penso em juntar meus conhecimentos jurídicos já obtidos e em expansão com o aperfeiçoamento técnico, por isso a curiosidade de qual graduação seria a mais adequada, se engenharia da comp. se ciênca da comp. se análise de sistemas….

    • Ricardo Kléber
      12/12/2016 at 16:23

      Olá Mandy,
      Obrigado pelo retorno.
      A sugestão é fazer uma graduação em um bom curso de Ciência/Engenharia da Computação e buscar uma pós-graduação na área de Computação Forense.
      []’s
      RK

  21. Diego de Alencar
    06/10/2016 at 12:44

    Em quais universidades eu poderia encontrar o curso de Perícia Forense Computacional?
    Parabéns, seu artigo foi muito bom, pois me esclareceu algumas dúvidas, principalmente no quesito certificação.

    • Ricardo Kléber
      12/12/2016 at 16:18

      Olá Diego,
      Não existe no Catálogo Nacional de Cursos do MEC um curso específico de graduação como esse.
      A sugestão é fazer uma graduação em um bom curso de Ciência/Engenharia da Computação e buscar uma pós-graduação na área de Computação Forense.

  22. Michael
    27/12/2016 at 16:53

    Olá, parabéns pelo texto. Minha dúvida é a seguinte, se eu não quiser seguir carreira pública, Natal tem mercado para absolver os profissionais na iniciativa privada nessa área de computação forense? Quais as principais empresas? Quais os principais meios de não se depender do concurso público? Grato.

    • Ricardo Kléber
      29/12/2016 at 17:42

      Olá Michael,
      Não existem (ainda) empresas especializadas em Natal, mas já há espaço, sim, para o profissional de Computação Forense atuar sem ser perito oficial (concursado) em qualquer lugar do mundo. O serviço é/será demandado em todos os casos criminais, cíveis e/ou administrativo que envolva sistemas computacionais e necessitem de um especialista para emitir um laudo ou parecer técnico. Já existem advogados em Natal atuando na área e certamente necessitam periodicamente de peritos em computação para auxiliá-los tecnicamente na defesa de seus clientes.

  23. Adriel Siqueira
    20/02/2017 at 11:04

    Bom Dia,
    O professor Ricardo sabe dizer se as cidades de lotação para quem passa em um concurso de perito federal (computação) são apenas capitais/grandes centros urbanos? Existe também lotação para tal cargo em cidades de médias ou até menores?
    Muitas pessoas (assim como eu) preferem trabalhar na cidade mas morar no campo (questão de qualidade de vida para a família, filhos… ser bem melhor). O investimento para passar em tal concurso e se aprofundar na área é grande para só descobrir isto depois, este é o motivo da pergunta. Muito Obrigado!

    • Ricardo Kléber
      27/03/2017 at 09:03

      Olá Adriel,
      A maioria das instituições públicas (e a Polícia Federal é uma delas) utiliza a sistemática de “remanejamento interno” de acordo com o tempo de serviço (uma espécie de pontuação). Assim, quando surgem vagas, antes do concurso há um remanejamento e os servidores solicitam transferência para cidades mais próximas de onde deseja morar (de acordo com a disponibilidade).
      Isso faz com que os aprovados em concursos sejam lotados inicialmente em localidades onde os servidores efetivos menos desejam residir.
      Assim, é praticamente impossível passar em um concurso da PF e ir para onde deseja… O candidato aprovado geralmente vai para regiões de fronteira e após algum tempo (quando surgem novas vagas) vai tentando o remanejamento.
      RK

  24. Alex Sandro
    22/02/2017 at 09:06

    Bom dia, eu faço TI e eu estou querendo fazer meu TCC baseado em segurança da informação, porem estou com uma duvida, queria saber se nessa área consigo apresentar algo físico para mostrar a bancada?

    • Ricardo Kléber
      27/03/2017 at 08:59

      Olá Alex,
      A maioria dos temas aborda segurança LÓGICA.
      Segurança FÍSICA é um tema interessante. Sugiro procurar a orientação de um professor da área.
      []’s
      RK

  25. Rafael
    12/04/2017 at 10:35

    Olá, ótimo texto é muito esclarecedor. Gostaria de saber se o curso de licenciatura em computação pode ser usado como curso superior para trabalhar na área de perícia, claro junto com pós e certificações.

    • Ricardo Kléber
      28/04/2017 at 14:44

      Olá Rafael,
      Para atuar como perito em qualquer área a limitação legal é ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior na área, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação. Assim, a Licenciatura é válida, sim, como requisito para atuar em perícia.
      Em alguns concursos, porém, podem exigir que o curso seja de bacharelado ou engenharia.

  26. WANDERSON
    18/05/2017 at 19:06

    BOA NOITE MEU NOME É WANDERSON ESTOU NO ULTIMO PERIODO DE PEDAGOGIA GOSTARIA DE FAZER UMA POS GRADUAÇÃO EM PERICIA DIGITAL GOSTARIA DE SABER SE POSSO FAZER

    • Ricardo Kléber
      30/05/2017 at 14:09

      Wanderson,
      Se você pensa em fazer um mestrado (pós stricto sensu) acredito que não conseguirá com a graduação em área tão diversa (é necessária uma base de engenharia ou pelo menos um curso de tecnologia na área de informática). Já se a pós graduação que você deseja for especialização (lato sensu) algumas aceitam graduados de outras áreas do conhecimento (embora a maioria exija pelo menos que a graduação tenha sido na área tecnológica). Cada programa tem suas exigências, sugiro buscar informações diretamente com as instituições que ofertam esse tipo de especialização.
      Boa sorte.

  27. RUBENS GOMES CORREA
    26/07/2017 at 17:34

    Olá Kleber, boa tarde.

    Poderia me auxiliar numa duvida em relação à pericia de conversas por whatzapp, quem faz esse tipo de perícia e onde encontrar este perito? Necessito fazer uma perícia oficial. (perito linguístico seria o caso?)
    O que desejo especificamente é fazer uma perícia em conversas entre duas ou três pessoas e que ha duvidas nas interpretações dos textos e nas falas. o que realmente a pessoa quis dizer quando escreve o texto sem pontos, interrogações virgulas entre outras questões pessoais.

    • Ricardo Kléber
      09/08/2017 at 20:17

      Olá Rubens,
      A área que trata esse tipo de análise é a FONÉTICA forense. Esse perito auxilia tanto em casos de identificação de locutor como análise textual de diálogos utilizando instant messengers.

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